BNDES financia R$ 2,3 bilhões para eletrificação de modelos da Volkswagen no Brasil

BNDES concede R$ 2,3 bilhões para eletrificação automotiva da Volkswagen no Brasil

BNDES concede R$ 2,3 bilhões para eletrificação automotiva da Volkswagen no BrasilFoto: Cadu Gomes/VPR / ND Mais

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta sexta-feira (31) a liberação de R$ 2,3 bilhões em financiamento para que a Volkswagen do Brasil invista no desenvolvimento de tecnologias de eletrificação e amplie exportações.

O anúncio foi feito na unidade da montadora em São Bernardo do Campo (SP) e contou com a presença do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, além do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e executivos da Volkswagen.

“Este é um exemplo da Nova Indústria Brasil: inovação, produtos e engenharia brasileiros indo para o mundo”, afirmou Alckmin.

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A Volkswagen comprometeu-se a investir cerca de R$ 16 bilhões no Brasil em inovações que visam um carro híbrido-flex fabricado no país com menos de 83 gramas de CO₂ por quilômetro e 80% de reciclabilidade.

Os recursos serão destinado à fabrica­ção de modelos híbridos leves, híbridos convencionais e híbridos plug-in com engenharia nacional e aproveitamento de biocombustíveis brasileiros.

BNDES e o Nova Indústria Brasil

A operação também inclui uma linha do BNDES voltada a impulsionar as exportações. A montadora já se destaca como a maior exportadora do setor automotivo brasileiro, já tendo vendido mais de 4,4 milhões de veículos em 147 países.

Segundo dados da companhia, a operação brasileira registrou, entre janeiro e setembro de 2025, um crescimento de 43% nas exportações na comparação com o mesmo período do ano anterior.

O presidente do BNDES destacou que já foram aprovados R$ 252 bilhões em financiamento para projetos ligados ao program Nova Indústria Brasil e defendeu que uma indústria automotiva mais inovadora e descarbonizada é fundamental para o futuro.

“Para superar o desafio da neoindustrialização, é preciso garantir condições de financiamento para que as empresas brasileiras não fiquem atrás de concorrentes internacionais”, disse Mercadante.



Fonte ==> NDMais

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