A violência contra meninas e mulheres ainda é uma realidade presente no Brasil. Ela se manifesta de muitas formas, física, psicológica, moral, patrimonial e sexual, e atravessa diferentes espaços da sociedade. Enfrentar esse problema exige informação, compromisso institucional e a atuação de estruturas que garantam proteção e encaminhamento adequado às vítimas.
É nesse contexto que atua a Procuradoria Especial da Mulher, um órgão do Poder Legislativo dedicado a promover políticas de prevenção, acolhimento e enfrentamento à violência de gênero, além de acompanhar e incentivar iniciativas legislativas voltadas à garantia dos direitos das mulheres.
Como primeira atividade do gabinete da vereadora Ingrid Sateré Mawé à frente da Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal de Florianópolis, será realizada a palestra “O papel da Procuradoria Especial da Mulher no combate à violência contra meninas e mulheres”, com a advogada e licenciada em Filosofia Íris Gonçalves Martins.
O encontro pretende apresentar o que é considerado violência contra mulheres, discutir os caminhos de enfrentamento dentro das instituições públicas e explicar quais são as atribuições da Procuradoria da Mulher dentro da Câmara de Vereadores. A proposta é que parlamentares, assessorias, servidores, trabalhadores terceirizados e estagiários conheçam melhor esse instrumento institucional e saibam como ele pode atuar na defesa dos direitos das mulheres.
Mais do que um espaço formal, a Procuradoria da Mulher deve ser um canal ativo de escuta, orientação e articulação de políticas públicas.
Data: 19 de março de 2026
Horário: 14h às 16h
Local: Plenarinho – Câmara Municipal de Florianópolis (1º andar)
Palestrante: Íris Gonçalves Martins (advogada e licenciada em Filosofia)
A atividade terá carga horária de 2 horas-aula, com certificação emitida pela Escola de Gestão e Eficiência Legislativa (EGEL).
As inscrições podem ser feitas pelo formulário:
https://forms.gle/
ou presencialmente no local do evento.
A participação de todos e todas é fundamental para fortalecer este diálogo e ampliar o conhecimento sobre os mecanismos institucionais de proteção às meninas e mulheres.
Fonte ==> Semanario-SC