Representantes de associações comunitárias, conselhos e órgãos públicos participaram, na noite de terça-feira (7), de uma reunião ampliada voltada ao fortalecimento das ações de segurança pública e à preparação da comunidade para possíveis eventos climáticos extremos no Sul da Ilha de Florianópolis.
O encontro reuniu integrantes da AMORITA, AMOCAM, AMONC, Conselhos Comunitários de Segurança (CONSEGs) do Rio Tavares e do Campeche, Conselhos Locais de Saúde, além de representantes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Militar, Guarda Municipal e Intendência do Campeche.
Entre os principais temas debatidos esteve a elaboração de um plano comunitário de resposta a eventos climáticos, considerando a possibilidade de novos episódios de chuvas intensas, alagamentos e outros impactos associados ao fenômeno El Niño e às mudanças climáticas.
Outro assunto que recebeu atenção dos participantes foi a segurança no entorno da Lagoa Pequena e em trilhas da região, locais que vêm despertando preocupação entre moradores e entidades devido à necessidade de ampliar ações de prevenção, fiscalização e preservação ambiental.
Ao final da reunião, o coordenador do encontro e representante da AMORITA, Harnnon Cordeiro Cardoso, destacou a importância da integração entre comunidade e poder público.
“A gente teve aqui uma reunião ampliada das entidades do Sul da Ilha, contando com a AMORITA, AMOCAM, AMONC, os Conselhos de Segurança do Rio Tavares e do Campeche, além dos Conselhos de Saúde. Também participaram órgãos públicos como Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Guarda Municipal e a Intendência do Campeche.”
Segundo Harnnon, a reunião teve como foco tanto a preparação da comunidade para eventos climáticos quanto a construção de soluções para questões de segurança.
“A pauta foi tanto a preparação para esses eventos climáticos, criando um plano comunitário de resposta, quanto os problemas de segurança no entorno da Lagoa Pequena e de algumas trilhas da região.”
Durante o encontro foram utilizadas metodologias participativas para levantar demandas e definir encaminhamentos.
“Foi muito interessante porque trabalhamos metodologias de participação em grupos e conseguimos extrair encaminhamentos importantes desses agentes comunitários e institucionais. Ficou o compromisso de criar grupos de trabalho permanentes para dar continuidade às ações.”
Como encaminhamento, uma nova reunião já foi agendada para o dia 4 de agosto, quando os grupos deverão apresentar os primeiros avanços das propostas discutidas.
A expectativa das entidades é fortalecer a integração entre moradores, lideranças comunitárias e órgãos públicos, buscando soluções conjuntas para aumentar a segurança da população e melhorar a capacidade de resposta diante de eventos climáticos que possam afetar a região.


Fonte ==> Sul De Floripa