O caso do torcedor do Brusque, que fez um gesto sinalizando um “avião caindo” durante a partida entre o Quadricolor e a Chapecoense, na Arena Joinville, no último sábado (16), está sendo apurado pela Delegacia da Polícia Civil da cidade onde o fato ocorreu.
O gesto faz alusão ao acidente aéreo envolvendo a delegação da Chapecoense em 2016, que, além de atletas, matou dirigentes e jornalistas.
Para muitos, a dúvida que fica é: o caso do torcedor pode ser configurado como crime? A reportagem do portal ND Mais entrou em contato com o delegado Odair Rogério Sobreira, de Brusque, para esclarecer o assunto.
Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir
“No momento, a 1ª Delegacia de Polícia de Brusque tem apenas o registro de um Boletim de Ocorrência e estamos realizando uma apuração preliminar para uma possível instauração de procedimento formal de investigação, quando será decidido sobre a tipificação criminal”, disse.
Em resumo, a verificação citada pela autoridade é para apurar e concluir se o gesto flagrado é configurado como crime ou não. O delegado ainda afirmou que a apuração para identificar o torcedor está em andamento.
Brusque também tenta identificar o torcedor
Na manhã desta segunda-feira, o Quadricolor publicou uma nota nas redes sociais repudiando a situação e afirmando que se trata de uma “situação isolada”.
A reportagem entrou em contato com o clube, que informou estar buscando identificar o homem em conjunto com a polícia. No entanto, o Quadricolor não tem informações sobre quem seja o torcedor e não sabe ao certo quais providências serão tomadas. O Brusque acredita que deve haver punição ao torcedor e que o clube não será afetado pela atitude.
A Chapecoense também foi contatada pela reportagem, porém, informou que não vai se manifestar sobre o caso.
Fonte ND Mais