O presidente da Câmara de Vereadores de Florianópolis, João Cobalchini (MDB), assinou a nova data para a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Florianópolis para o biênio 2026/2027.
A sessão foi marcada para a quarta-feira (11), a partir das 16h, onde somente a eleição é realizada onde os vereadores votam no futuro presidente de maneira nominal.
Entre idas e vindas, o nome a ser consolidado como o presidente da Câmara de Vereadores de Florianópolis pelos próximos dois anos será o Edinon Manoel da Rosa, o Dinho (União).
Com a influência do prefeito Topázio Neto (Podemos) e do governador Jorginho Mello (PL), o nome de Dinho já contabiliza, pelos bastidores, ao menos 15 votos.
Estima-se que esse número tenha angariado mais adeptos na últimas horas: Claudinei Marques (Republicanos) e João Cobalchini (MDB), que então formavam uma parceria para eventual chapa, devem assinar com a maioria dos vereadores.
A bancada da esquerda, formada por cinco vereadores (Afrânio, Camarão e Ingrid pelo Psol; Carla e Bruno pelo PT), pode lançar um nome ou até mesmo se abster.
Outro nome que está totalmente de fora do grupo do prefeito e da prefeitura é o vereador Rafael de Lima, o Rafinha (PSD).
O litígio foi confirmado na última semana, quando o vereador “perdeu” seus comissionados dentro da prefeitura, após desligamento informado pelo DOM (Diário Oficial do Município).
Bastidores quentes e agitados
Desde que as eleições findaram no primeiro turno, há um mês, os bastidores da Câmara de Vereadores de Florianópolis “incendiaram”.
Maior prova é que a sessão chegou a ser inicialmente marcada para, alguns dias depois, ser desmarcada.
A alteração da agenda foi fruto de muita negociação e articulação política, ao longo dos últimos dias.
Conforme apurado pela Coluna Bom Dia na ocasião, o nome de Claudinei Marques (Republicanos), que representava a continuidade da atual gestão, teria perdido força.
Outras cadeiras em jogo na Câmara de Florianópolis
Além das cadeiras de composição da Mesa Diretora com vice-presidência e secretarias, há ainda a situação envolvendo as presidências das comissões como a de Constituição e Justiça e a de Finanças, consideradas as mais importantes.
Essas definições, no entanto, terão que passar pelas mãos do futuro presidente.
Fonte ==> NDMais