O Greenvalley voltou a figurar entre os três melhores clubs do mundo no DJ Mag Top 100 Clubs, considerado um dos principais indicadores de programação, estrutura, inovação e experiência na indústria global de casas e clubs eletrônicos, divulgado nesta quarta-feira, dia 15.
O resultado amplia para 16 anos consecutivos sua presença no ranking, com 11 aparições no pódio e cinco lideranças, mais uma vez, consolidando o club como o mais premiado do planeta.
“Competir em real contra operações que trabalham em euro e dólar é disputar um campeonato em condições desiguais. Ainda assim, cada posição que conquistamos reforça a capacidade do Brasil de entregar experiências no mais alto nível global”, afirma Eduardo Philipps, sócio do Greenvalley.
Realizando 16 eventos por ano e reunindo mais de 90 artistas internacionais por ano, o club brasileiro sustenta um calendário alinhado ao circuito internacional em escala comparável à de grandes players globais mesmo com custos em real. O desempenho se mantém competitivo frente a mercados consolidados como Ibiza, principal polo europeu do setor, onde a receita anual com ingressos de clubs gira em torno de €150 milhões.
“O ranking é uma consequência. O foco diário está na experiência: investir em som, luz, curadoria e, principalmente, na conexão com o público. É isso que sustenta nossa relevância ao longo do tempo. O Brasil tem uma cena consolidada, público e demanda. O que estamos vendo agora é o reconhecimento internacional de um mercado que amadureceu e passou a competir de igual para igual com os principais hubs do mundo”, complementa.
Localizado no litoral de Santa Catarina, atua como vetor de dinamização econômica, contribuindo para o aumento da demanda em setores como hotelaria, transporte e alimentação. Em períodos de alta temporada, a população da região pode ultrapassar quatro vezes o volume regular, impulsionada, em parte, por eventos de grande porte.
No ambiente digital, a operação também apresenta números expressivos. São mais de 1,3 milhão de seguidores e alcance anual estimado em 215 milhões, consolidando a marca como um ativo de comunicação global. A estratégia, baseada majoritariamente em engajamento orgânico e construção de comunidade, reduz a dependência de mídia paga e amplia eficiência em aquisição de público.
Fonte ==> EconomiaSC