Líder religioso é preso por estupro de vulnerável em SC

Falso líder espiritual é preso em investigação de estupro de vulnerável em SC

Falso líder espiritual é preso em investigação de estupro de vulnerável em SCFoto: PCSC/Divulgação/ND Mais

A investigação sobre um caso de estupro de vulnerável em SC ganhou novos e graves detalhes após a prisão preventiva de um falso líder religioso de 65 anos, em São Francisco do Sul, no Litoral Norte. Segundo a denúncia do Ministério Público, o investigado se aproveitava de sua posição espiritual para conquistar a confiança de famílias e abusar de adolescentes.

A prisão na última segunda-feira (22), foi determinada após pedido da 2ª Promotoria de Justiça, com o objetivo de proteger as vítimas já identificadas e impedir que novos crimes aconteçam enquanto o processo avança.

‘Trabalhos espirituais’ eram usados como pretexto para estupro de vulnerável em SC

De acordo com as informações reunidas durante a investigação, uma das adolescentes relatou que os abusos ocorreram na residência do investigado sob a justificativa de realização de trabalhos espirituais.

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O caso veio à tona após a mãe da jovem procurar a polícia e denunciar os fatos. Conforme o relato, os episódios teriam acontecido diversas vezes ao longo de 2020.

A apuração indica que o idoso se valeria da influência exercida no ambiente religioso para obter acesso privilegiado às vítimas, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade.

Outra adolescente também relatou abusos

Além da primeira denúncia, uma segunda adolescente afirmou ter sido vítima do investigado.

Diante dos relatos, os órgãos responsáveis pela investigação passaram a trabalhar com a possibilidade de que existam outras vítimas que ainda não procuraram as autoridades.

Por esse motivo, o Ministério Público considera fundamental a continuidade das diligências para esclarecer a extensão dos fatos e identificar possíveis novos casos.

Justiça autorizou busca por provas

Além da prisão preventiva, a Justiça autorizou o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência do investigado.

A medida permite que a polícia recolha celulares, computadores, dispositivos eletrônicos e mídias de armazenamento que possam conter elementos relacionados aos crimes apurados.

Caso materiais relevantes sejam encontrados, o Ministério Público já requereu a quebra de sigilo dos dados para aprofundar a investigação. O nome do investigado não foi divulgado para preservar a identificação das vítimas.



Fonte ==> NDMais

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